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15 de jun. de 2011

Depois de pane, Telefônica culpa clientes

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) cobrou nesta terça-feira investimentos da Telefônica para evitar novas panes no serviço de internet banda larga Speedy, como ocorreu na última segunda-feira (13) e que atingiu consumidores do Estado de São Paulo.

O ministro disse que a empresa precisa investir em rotas alternativas e na gestão dos sistemas para evitar que os clientes fiquem sem acesso à internet.

Pane do Speedy foi em equipamento de conexão internacional
Banda larga Speedy deixa de funcionar, dizem clientes
Acompanhe a cronologia de panes nos serviços prestados pela Telefônica

“Acho lamentável [a pane], eles já tiveram problemas graves no passado. Esse tipo de pane ocorre, me parece que a empresa precisa criar formas de ter um imediato estabelecimento”, afirmou.

Segundo informou a Telefônica na segunda-feira, as instabilidades aconteceram entre 17h15 e 18h30 de segunda-feira nos aparelhos relacionados à saída internacional de tráfego. A empresa afirmou que o sistema já voltou ao normal.

A pane, de acordo com a empresa, foi causada por problemas em dois equipamentos (roteadores) que fazem a conexão da rede brasileira com sites internacionais.

O problema, ainda segundo a companhia, “impediu que alguns clientes do Speedy tivessem acesso a sites hospedados fora do Brasil. As equipes técnicas atuaram prontamente e às 18h30 o problema estava solucionado”.

A operadora informou que, com o grande volume de usuários tentando religar seu equipamento de conexão (modem do Speedy) simultaneamente, houve sobrecarga na rede, o que dificultou o acesso após o serviço ser restabelecido (grifo nosso).

“Mesmo com o restabelecimento do serviço, alguns usuários podem ter encontrado dificuldades para acessar a internet devido ao grande volume de internautas que, ao mesmo tempo, desligaram e voltaram acionar os seus modems”, informou a nota da Telefônica.

ANATEL

Bernardo ressaltou que, apesar de o sistema ter ficado inacessível por pouco mais de meia hora, na internet esse tempo “é uma eternidade”. O ministro disse que consultará o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Ronaldo Sadenberg, sobre as providências que serão tomadas pela agência.

“Tem que fiscalizar, tem que cobrar. Em meia hora, ficam milhões de acessos prejudicados, tem uma repercussão econômica”, completou.

Procurada, a Anatel disse que os técnicos da agência estão analisando o ocorrido e deverão instaurar um processo administrativo para investigar a pane.

Na segunda-feira, entretanto, a Anatel disse que o problema aconteceu porque algumas estações de rádio da Telefônica sofreram pane. Problemas em outras regiões também estavam sendo investigados.

A reportagem entrou em contato com a Telefônica e aguarda o posicionamento da empresa.

HISTÓRICO


Problemas no Speedy ganharam destaque principalmente entre 2008 e 2009, quando diversas falhas comprometeram a conexão de usuários paulistas.

Em 2008, uma pane em um equipamento no interior de São Paulo deixou clientes residenciais e corporativos sem conexão por mais de 24 horas.

No início de 2009, até mesmo um incêndio num data center prejudicou as conexões, enquanto em junho, uma pane generalizada deixou boa parte dos 2,7 milhões de usuários sem internet.

A companhia chegou a ser proibida pela Anatel de comercializar os serviços entre junho e agosto de 2009, até que as falhas fossem apuradas e corrigidas.

Fonte: VioMundo

Obs. EuTenhuBlogger

Lembramos que a maior empresa de T. I. que prestava serviço para a Telefônica a Relacom simplismente "vazou do país" conforme reportagem do dia 30/05/2011 que vc confere nesse link

24 de abr. de 2011

30 segredos que os pilotos não contam

Editora Globo
Você, que tem arrepios quando o avião decola ou faz chacota com quem tem medo de voar, deveria ler com atenção os segredos que os pilotos de aeronaves não costumam contar para ninguém. E assim, descobrir quando realmente é hora de se preocupar. A revista Reader’s Digest perguntou a pilotos de diversas empresas aéreas nos Estados Unidos quais as coisas que eles não diriam a seus passageiros.

Em tempos de caos aéreo, os profissionais dão dicas úteis para pessoas de qualquer lugar do mundo que estão pensando em pegar um voo. Por exemplo, não adianta nada pedir informações sobre o aeroporto a um piloto, eles viajam tanto que quase nunca conhecem os lugares onde estão.

Confira alguns conselhos úteis abaixo:

1. “Nós também sentimos falta dos amendoins” – Piloto da US Airways

2. “Constantemente carrego menos combustível do que acho confortável. As empresas aéreas estão sempre olhando para os limites, e você queima combustível quando carrega combustível. Algumas vezes, se você carrega só o suficiente e enfrenta tempestades ou atrasos, pode ficar sem combustível e precisará ir a um aeroporto alternativo” – Comandante de uma grande empresa

3. “Às vezes a companhia não nos dá pausas para almoço ou até tempo para comer. Nós temos que atrasar voos para conseguir comer alguma coisa.” – Primeiro Oficial de transportadora regional

4. “Nós contamos aos passageiros o que eles precisam saber. Não contamos coisas que irão assustá-los demais. Você nunca vai me ouvir dizer: ‘Senhoras e senhores, acabamos de ter uma falha no motor’, mesmo se isso for verdade” – Jim Tilmon, piloto aposentado da American Airlines

5. “A verdade é que nós estamos cansados. Nossas regras de trabalho nos obrigam a estar em serviço por 16 horas sem intervalo. São muitas horas a mais que um motorista de caminhão, que pode descansar na próxima parada, não podemos parar na próxima nuvem” – Comandante de uma grande empresa.



6. “Algumas regras da FAA [Administração Federal de Aviação, EUA] não fazem sentido para nós também. Como a não obrigação do uso de cinto ao comissários de bordo a 400 milhas por hora em um avião que pode pegar turbulência a qualquer minuto. Eles podem andar e servir café quente. Mas quando estamos no chão, em um pedaço de asfalto, a cinco milhas por hora, eles devem ficar de cinto como se estivessem numa corrida de carro.” – Jack Stephan, comandante da US Airways

7. “Em alguns aeroportos com pistas muito curtas, nós não teremos um pouso suave, mesmo se formos muito bem.” – Joe D’Eon, piloto de uma grande empresa

Editora Globo

8. “Eu posso estar de uniforme, mas isso não significa que sou a melhor pessoa para pedir informações em aeroportos. Nós andamos por tantos, que geralmente não temos ideia de onde estamos.” – Piloto de transportadora regional

9. “Você pode entrar no site de uma companhia aérea e comprar uma passagem, passar por sua bancada e entrar em uma aeronave que tem o mesmo dela nome pintado. Mas se ela tem metade do tamanho, você está numa linha regional. Ela não têm os mesmos padrões de segurança das maiores: seus pilotos não têm tanto treinamento e experiência, e o cliente não sabe disso” – Capitão de uma empresa grande

10. “A maioria das vezes, o pouso é um bom indicador da habilidade do piloto. Então, se você quiser dizer algo legal a um piloto quando descer do avião, diga: ‘Boa aterrissagem’. Nós gostamos disso.” – Joe D’Eon

11. “As empresas aéreas ajustam seu tempo de viagem para se saírem bem no quesito chegadas pontuais. Então elas dizem que um vôo dura duas horas quando ele realmente dura uma hora e 45 minutos” – Comandante da AirTran

12. “Uma coisa é quando o piloto coloca o sinal para os passageiros apertarem os cintos. Mas, quando ele diz para os comissários de bordo se sentarem, é melhor escutar. Significa que há uma turbulência forte.” – John Greaves, advogado de acidentes aéreos e comandante aposentado



13. “Pouso na água não existe. O nome correto é colisão com o oceano” - piloto

14. “Se um avião voa em uma corrente ascendente, a qual não conseguimos ver no radar à noite, acontece um solavanco de 500 milhas por hora. Joga tudo para o alto e para baixo com violência. Isso não é o mesmo que turbulência, que chacoalha tudo por algum tempo” – John Nance, analista de segurança na aviação e comandante aposentado.

15. “Viajar como um bebê no colo é seguro? Não, é extremamente perigoso. Se há algum impacto ou desaceleração, há uma boa chance de você não conseguir segurar seu filho e ele se torna um projétil. Mas a lógica do governo é que se mandarmos você comprar um assento para seu bebê, você acaba indo de carro, e há mais chances de se machucar viajando de automóvel do que de avião” - Patrick Smith

16. “Os pilotos ficam bobos em ver que tanta gente tem medo de turbulência. É impossível que ela cause uma queda. Nós evitamos a turbulência porque ela é incômoda” - Patrick Smith

17. “Fui atingido por raios duas vezes. Muitos pilotos são. As aeronaves são construídas para suportar isso. Você ouve um barulho alto, vê uma luz forte e é isso. Não vai cair.” - Piloto de transportadora regional

Editora Globo

18. “Muitos não dirigem por uma estrada a 100 Km/h sem usar cinto de segurança. Mas quando estamos no ar a 800 km/h e desligamos o sinal do cinto, metade tira. Se atingirmos uma bolsa de ar, a cabeça dos passageiros vai para o teto” – comandante de empresa grande

19. “Não há lugar seguro para sentar-se. Em um acidente, as pessoas do fundo estarão mortas e, depois, é a vez das pessoas da frente.” John Nance

20. “O lugar mais tranquilo para sentar é perto da asa. O fundo é onde mais balança. O avião é como uma gangorra, se você vai no meio, não chacoalha muito.” – Patrick Smith

21. “Se você tem medo de voar, marque um vôo de manhã. O calor do solo mais tarde causa correntes de ar, e tempestades com trovões são mais comuns à tarde.” Jerry Johnson, piloto.

22. “Nós não fazemos você guardar seu laptop porque temos medo de interferência eletrônica. É por que não queremos transformá-lo num projétil. Não sei de você, mas eu não gostaria de ser atingido por um MacBook a 300 km/h” – Patrick Smith

23. “As pessoas não entendem por que não podem usar seus celulares. O que pode acontecer, se 12 pessoas decidirem ligar para alguém antes de pousarmos, é que eu posso ter uma falsa leitura dos instrumentos dizendo o avião está a uma altura maior do que a real.” – Jim Tilmon

24. “Não queremos acabar com sua diversão quando desligamos seu fone. Nós só queremos que você nos escute em caso de emergência” – Patrick Smith

25. “Está frio no avião? Avise o comissário de bordo. Estamos em batalha constante com eles sobre a temperatura. Eles se movimentam o tempo inteiro, por isso estão sempre ligando e pedindo para esfriar. Mas sei que a maioria dos passageiros congela” – Comandante de uma grande empresa

26. “Muitas pessoas ficam doentes após viajar, não pleo ar que respiram, mas pelo que tocam. Assuma que a bandeja e o botão para reclinar o assento não foram limpos, mas limpamos o banheiro.” - Patrick Smith

27. “O caminho do ar no avião é de frente para o fundo. Se você está preocupado em respirar o ar mais fresco possível ou não passar tanto calor, sente na frente. Aviões são mais quentes no fundo.” - piloto

28. “Pilotos dormem? Sim. Às vezes, é só um cochilo de 10 minutos, mas acontece” – John Creaves

29. “Lembre-se disso antes de reclamar sobre o preço de uma passagem: as tarifas custam hoje o mesmo do que custavam em 1980.” – Patrick Smith

30. Uma coisa que um piloto nunca dirá: “Estamos com visibilidade zero”. Eles dirão: “Tem neblina na área”.



28 de set. de 2010

Televisão - Eu posso viver sem isso!!!


A cada 100 pessoas que morreram sem usar o cinto apenas 40 se salvaram!!!
SBT vc poderia me informar Qual ERA a religião delas???
Via. Brogui