O que vale é a intenção!
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26 de mai. de 2015
30 de ago. de 2013
Novo game FIFA 2014 irá reproduzir fielmente 19 clubes brasileiros
No total, o jogador terá mais de 600 times para escolher e cerca de 16 mil jogadores do mundo todo. "Os clubes brasileiros adicionais vão trazer jogadores pouco conhecidos para o universo do FIFA", disse David Rutter, produtor da franquia, no anúncio.
A lista completa inclui Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Botafogo, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Goiás, Grêmio, Internacional, Náutico, Palmeiras, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Paulo, Vasco da Gama e Vitória. Por enquanto, o Corinthians não foi confirmado, mas novas licenças serão anunciadas até o lançamento do game.
FIFA 2014 será lançado nos Estados Unidos no dia 24 de setembro e no resto do mundo três dias depois, e estará disponível para Xbox 360, PS3, PC, Wii, 3DS, PS Vita, PS2 e PSP. Até o final do ano será lançada uma versão para os novos consoles Xbox One e PS4. Os produtores prometem uma movimentação ainda mais precisa, com tempos de reação realistas, e a recriação detalhada de jogadores e estádios.
Vai ficar fora dessa??? A Ricardo Eletro está com uma promoção imperdível para o FIFA 14 dando 10% de desconto em seu site! Para participar clique no link da promoção!!!
24 de mai. de 2013
5 de out. de 2012
24 de set. de 2012
Bomba em gramada "quase" amputa mão de jogador.
Por pouco um jogador de um clube do Irã não perde a mão.
Ao encontrar uma bomba no gramado e jogar pra fora do campo, o artefato explodiu assustando os jogadores e juiz e auxiliar que estavam muito próximos de onde ocorreu a explosão!!!
Veja no vídeo abaixo de um programa esportivo daquele país onde os apresentadores ainda ironizam o ocorrido! E a gente reclama das torcidas do Brasil ainda!!!
26 de dez. de 2011
15 de dez. de 2011
17 de nov. de 2011
2 de nov. de 2011
31 de out. de 2011
18 de jul. de 2011
13 de jul. de 2011
Como devemos chama-lo...
Temos dois futebol abaixo temos uma imagem explicativa de porque e como devemos realmente chama-los.


30 de jun. de 2011
20 de abr. de 2011
A verdadeira história do Coelho da Páscoa
Era uma vez um coelho. Ele vivia feliz com seus 300 irmãos como maior parte dos jovens dos dias de hoje, perdendo um tempo imenso na internet.
LOL, essi naosalvo é muto loko kkkkkk
Nada de novo estava acontecendo, até que apareceram uns guris fãs de Matanza e Brujeria que detonaram com sua pequena família.
O coelhinho não sabia para onde ir e o que fazer. A solidão o maltratava até que achou um ombro amigo.
Nosso pequeno amigo peludo gostou da brincadeira. Gostou tanto que passou a investir longas horas todos os dias com o mé.
Certa vez, o quadrúpede orelhudo experimentou algo que não devia, Catuaba, e descobriu novas formas de amar.
“Putaria é quase amor”, Mr Catra.
O resto entrou para a história como o primeiro coelho a colocar ovos.
Via [Mulher, Cerveja e Futebol]
3 de abr. de 2011
15 de dez. de 2010
21 de out. de 2010

Eu sou um trovão que rola, a chuva que cai
Estou chegando como um ciclone
Meus relâmpagos reluzindo no céu
Você é apenas um jovem, mas vai morrer...
Todo torcedor tem a mania de achar que seu time é único. Não existe outro igual na face da Terra. Há quem seja tão seletivo que escolhe dentro de campo cores que sintetizem sua cultura, religião, etnia ou ideologia. Mas nenhum chegou tão longe quanto o FC St.Pauli, da Alemanha.
Sim, algumas agremiações têm peculiaridades. Mas essa pequena equipe de Hamburgo é realmente inigualável. Querem uma prova? As palavras que começam este texto, por exemplo. É a tradução dos versos iniciais de Hell’s Bells, clássico da banda de heavy metal AC/DC. É o som tocado no Millertorn-Stadion quando os jogadores entram em campo usando os inconfundíveis uniformes marrons. E quantos clubes que você conhece usam camisas dessa cor?
“É uma experiência que nem sei como descrever. É time como nenhum outro no mundo, acho”, arrisca o atacante Marius Ebbers.
Pois na temporada 2010-2011 do Campeonato Alemão o St.Pauli estará mais na moda do que nunca. Vice-campeão da segunda divisão, conseguiu acesso para a Bundesliga.

Todo torcedor tem a mania de achar que seu time é único. Não existe outro igual na face da Terra. Há quem seja tão seletivo que escolhe dentro de campo cores que sintetizem sua cultura, religião, etnia ou ideologia. Mas nenhum chegou tão longe quanto o FC St.Pauli, da Alemanha.
Sim, algumas agremiações têm peculiaridades. Mas essa pequena equipe de Hamburgo é realmente inigualável. Querem uma prova? As palavras que começam este texto, por exemplo. É a tradução dos versos iniciais de Hell’s Bells, clássico da banda de heavy metal AC/DC. É o som tocado no Millertorn-Stadion quando os jogadores entram em campo usando os inconfundíveis uniformes marrons. E quantos clubes que você conhece usam camisas dessa cor?
“É uma experiência que nem sei como descrever. É time como nenhum outro no mundo, acho”, arrisca o atacante Marius Ebbers.
Pois na temporada 2010-2011 do Campeonato Alemão o St.Pauli estará mais na moda do que nunca. Vice-campeão da segunda divisão, conseguiu acesso para a Bundesliga.

O símbolo adotado pelos fãs é uma bandeira de pirata, com crânio e ossos em forma de X. Ficou mais conhecido do que o escudo oficial. São os “rebeldes”, como foram apelidados pela imprensa. E o carisma por ser “alternativo” atraiu uma legião de jovens identificados com a visão de futebol de “punk rock”. “Estamos crescendo. Não somos mais uma utopia social. Vamos nos encaixar à realidade, sem perder nossa identidade”, defende o ex-jogador e atual técnico, Holger Stanislawski.
Fundado em 1889, o St.Pauli levou quase 100 anos para perceber qual o caminho para o sucesso. Pelo menos fora de campo. Na metade da década de 1980, a diretoria levou a sede para a área das docas de Hamburgo. Não exatamente o local mais bem frequentado da cidade. Era bem próxima ao Reperbahn, a zona de prostituição local. O time, porém, soube aproveitar mudança tão pouco usual e começou a atrair cada vez mais seguidores, identificados com a filosofia esquerdista politicamente e dispostos a tornar cada partida em ambiente festivo e musical.
“Em pouco mais de um ano, passamos a ter torcida com perfil específico. Tivemos alguns resultados adversos com a bola rolando, mas não paramos de crescer”, constata o chairman (o chefe da diretoria) Corny Littman.Colaborou para isso o St.Pauli ter sido pioneiro em banir manifestações nazistas no seu estádio. Ajuda também o clima de diversidade cultural e confraternização reinante. O Millertorn tem uma cafeteria onde elenco e aficionados podem se encontrar e conversar sobre o jogo minutos após o apito final.

Embora o exemplo alemão seja o caso mais extremo, há outros clubes capazes de unir pessoas por afinidades que vão além da simples escolha futebolística. Quem também recebeu o apelido de “rebelde” foi o FC United of Manchester, criado por torcedores do Manchester United descontentes com a venda dos Diabos Vermelhos para o magnata americano Malcolm Glazer. Estão na sexta divisão da Inglaterra. O Bradford City está na quarta e é representante das comunidades paquistanesa e indiana que vivem fora de Londres. Na cidade onde atuam os Bantams, 20% da população são representadas por pessoas dessas nacionalidades.
Para não sair do Reino Unido, a rivalidade Rangers e Celtic é famosa pela questão religiosa. Mas não é apenas isso. Este último é o time dos irlandeses do sul, que deixaram o país na época da grande fome e foram para Escócia e América. Dos nove milhões de torcedores, um milhão está nos Estados Unidos. É representante mundial da Irlanda da mesma forma que o U2, por exemplo. “É a equipe que une seus torcedores no exterior justamente pela sua raiz nacional. E não há como fugir disso. É muito mais que um clube de futebol ”, defende o escritor Brian McGuirk, autor
do livro “The Ireland Connection” (sem lançamento no Brasil).

Paolo Di Canio gostaria de roubar a frase, mas adaptá-la às suas convicções. Ídolo da Lazio, clube favorito do antigo ditador Benito Mussolini, ele é a cara dos Ultras, os torcedores mais violentos da Itália. “Eu sou fascista”, já disse mais de uma vez. Já quem acompanha o Assyriska, da segunda divisão sueca, preferiria afirmar: “sou assírio”. Porque é mesmo. O time foi fundado, é dirigido e tem seus fãs entre pessoas da etnia assíria que saíram da Síria, Iraque, Irã e Turquia. Como não há apenas um país que una todos eles sob uma mesma bandeira, enxergam no Assyriska a seleção que os representa.
Fonte: ComuDM
28 de set. de 2010
17 de set. de 2010
12 de set. de 2010
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