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27 de out. de 2011
6 de out. de 2011
6 de jun. de 2011
Apple mostra o iCloud e o novo iOS – com sistema que copia o Android
Acabou de acabar a apresentação de Steve Jobs nos EUA. Vamos às novidades:

1. Mac OS X Lion – nova versão do sistema operacional do Mac. A Apple fala em “250 novas funções”, o que é um certo exagero. Mas há sim novidades legais. Como o recurso Mission Control, que mostra miniaturas de todas as janelas que você tem abertas (tipo o Exposé, só que mais bacana), o AirDrop (que permite compartilhar arquivos com outras pessoas via Wi-Fi) e principalmente o sistema AutoSave: que salva automaticamente o arquivo no qual você está trabalhando. O Lion não será distribuído em DVD, só via download (arquivo de 4 GB). Ele não é um super upgrade, mas é desejável e principalmente barato – chega em julho, por US$ 30.

2. iOS 5 – novo sistema operacional para iPhone, iPad e iPod Touch. A grande novidade está nas Notificações (avisos de que chegou e-mail ou SMS, há atualizações no Twitter ou no Facebook, etc). O iPhone estava muito atrasado nisso – enquanto o Android tem um ótimo sistema de notificações, o iOS se limitava a mostrar pop-ups toscos. O que fez a Apple? Copiou: para ver notificações no iOS 5, você desliza o dedo de cima para baixo na tela – exatamente como na “persiana” do Android. Se o Google quiser, pode começar uma briga na Justiça.
A outra grande novidade do iOS 5 está no iPad – que agora terá a Newsstand, uma banca de revistas digital. Basicamente, é um app onde você pode ver, comprar e baixar todas as revistas e jornais disponíveis para o iPad. Estava fazendo falta (hoje, as revistas ficam todas espalhadas pela App Store) e deve alavancar as vendas das publicações – que não precisarão, caso não queiram, desenvolver seus próprios apps.
O iOS 5 melhorou na integração com o Twitter (você tira uma foto com a câmera do iPad ou do iPhone e pode tuitá-la no ato) e ganhou o recurso Safari Reader, que reformata os sites para deixar os textos mais fáceis de ler – tipo o Instapaper, só que um pouco mais esperto (se o texto estiver picotado em várias páginas, o Safari Reader consegue juntar todas numa só). O teclado virtual ganhou um modo que ajuda a digitar segurando o iPad na mão, quando você não quer ou não pode apoiá-lo.
O novo sistema vem com o aplicativo iMessage, um mensageiro instantâneo (tipo MSN) só para os usuários de iPad, iPhone e iPod Touch. A Apple já tentou isso no passado, com o iChat, e fracassou. Mas o iMessage deve pegar sim (há dezenas de milhões de pessoas usando iOS). Outra novidade legal: agora dá para sincronizar o iPad, o iPhone e o Touch com o seu computador via Wi-Fi.
O iOS 5 é um passo grande. A Apple conseguiu eliminar sua desvantagem tecnológica em relação ao Android. Só acho que foi conservadora demais na Home Screen, que continua estática e sem widgets (no Android e no Windows 8, ela é bem mais interessante). O iOS é grátis e estará disponível “no outono” dos EUA, o que significa setembro a novembro.

3. iCloud. Um serviço que pega o “conteúdo” armazenado no seu iPad, iPod, iPhone, Mac ou PC e salva na internet – replicando o conteúdo de um gadget em todos os outros. Contatos, calendário, fotos, email, apps. Tudo na nuvem. Quando você cria um documento no pacote iWork, da Apple, ele também é salvo online. A sincronização só é feita quando há uma conexão Wi-Fi, ou seja, não detona a sua cota de tráfego 3G.
O iCloud parece bem legal. E é grátis (a Apple finalmente entendeu que não faz sentido cobrar por serviços que o Google dá de graça). O ponto negativo é que ele só funciona com os serviços da própria Apple – não dá pra usar com Flickr ou Gmail, por exemplo.
E o serviço de músicas online do iCloud, sobre o qual tanto se falou na semana passada? É o seguinte: quando você compra uma música na loja da Apple, ela fica armazenada na nuvem – e pode ser baixada em todos os seus aparelhos (iPad, iPod, iPhone, Mac, PC). Mas e guardar no iCloud as músicas que você já tem, tipo aqueles MP3 baixados do BitTorrent? Pode isso, Arnaldo? Pode, mas custa US$ 25 por ano. A capacidade é de 20 mil músicas (dá uns 100 GB).
Um detalhe importante: as músicas não tocam via streaming, como nos serviços Google Music e Amazon Cloud. No iCloud, você tem de baixar a música antes de escutá-la. Sabe por que?
4. Não teve novo iPhone. Ainda não foi desta vez que a Apple lançou um iPhone com tecnologia 4G. Sem acesso 4G, fica muito difícil ouvir músicas por streaming – as redes 3G são lentas e congestionadas demais. Para usar o 4G, você precisa de duas coisas: um aparelho compatível, e uma rede compatível – que as operadoras de celular precisam montar e nos EUA já existe, mas no Brasil ainda não.
Sem 4G, o iPhone não consegue tocar streaming com uma performance aceitável. É por isso que o iCloud exige que você baixe as músicas, presumivelmente via Wi-Fi, antes de escutá-las. Uma pena.
Foi uma apresentação longa e cheia de novidades – fazia tempo que a Apple não mostrava tantas coisas de uma vez só. O iOS 5 foi o ponto alto: graças a ele o iPhone volta a competir de igual pra igual com o Android. E o iCloud pode desequilibrar as coisas a favor da Apple. Mas para que isso aconteça, será preciso vencer um obstáculo bastante grande: convencer as pessoas a abandonarem os serviços do Google.
Fonte: SuperInteressante
10 de fev. de 2011
Apple boys

Caralho mano tem fdp q mata e morre por causa dessa porra!!! Num querem saber nem de comparativos, hard ou software!!! Na moral quem compra essa merda tem que se fuder mesmo hj voltou um cara na loja que eu trabalho pra "trocar" o i-phone 4 dele!!!
hasuhaushuahsuahu.O I-phone 4 "NÃO" tem assistencia técnica autorizada no Brasil e o cara ainda enche o saco que quer que seja rápida a troca!!!
Como requerer Assistência Técnica de I-Phone no Brasil
1º caso:
Vc vai em qualquer assistência e seja assaltado pelo técnico pagando no minimo 500 reais por qualquer tipo de conserto.
2º caso:
Se mate de procurar a assistência Tecnica autorizada da Apple e quando não achar, vá a loja que comprou, converse por duas ou três horas com um vendedor que tenta se esquivar de vc, finalmente consiga falar com o gerente, convencendo-o a trocar o aparelho, espere o check list de devolução....."mais 3 horas" o aparelho será mandado para fazer um laudo técnico vom resolução em cerca de 1 mês detectado o problema, mais um mês pra vc receber um novo e detalhe: "se tiver um risco vc será acusado de mal uso" tendo o aparelho devolvido como foi e indo pagar uma assistencia paralela voltando ao primeiro caso!!! Nesse meio tempo vc ficou sem aparelho e sem internet pois o cartão sim do 4 é imcompativel pra qlqr aparelho só servindo pro ipad!!! ahsuhaushuahsuh Tú ficou 2 meses sem cel e se achando o FODÃO por ter um APPLE!!!
Se vc quer um I-Phone compre na gringa pague menos e tenha menos "prejuízo" quando ele quebrar!!!

20 de out. de 2010
Apple mostra novo Mac OS X – e um MacBook 50% mais barato

Ok! Acabou de acabar a apresentação de Steve Jobs nos EUA. Ela começou com um afago no Macintosh – que ultimamente parece mesmo esquecido no meio de tanto hype envolvendo o iPad, o iPhone, os iPods e o Apple TV. Steve contou que o Mac responde por 33% do faturamento da Apple – e detém 20,7% do mercado americano. E mostrou o seguinte:

iPhoto 11: está mais bonito, principalmente no que diz respeito à montagem de álbuns – cuja versão impressa você pode encomendar com um clique (serviço que, até onde sei, não está disponível no Brasil). Um belo programa, como sempre. Mas, como o mundo Windows já tem uma excelente alternativa (o Picasa), o iPhoto continua longe de ser irresistível.

iMovie 11: também não deu grandes saltos – sua principal novidade é o reconhecimento de rostos (o programa encontra e mostra todos os clipes em que uma determinada pessoa apareça). A interface está ficando um pouco intimidante para o leigo total. Mas o iMovie continua anos-luz à frente dos programas de edição amadora para Windows (como o fraco Movie Maker). Se você filma bastante e gosta de editar, o iMovie realmente pesa a favor da escolha por um Mac.

GarageBand 11: ganhou um recurso do tipo AutoTune, que arruma notas tocadas fora de ritmo, e lições em vídeo que ensinam a tocar alguns instrumentos. Não sei muito bem o que pensar do GarageBand – parece um pouco pobre para músicos mais sérios (e qual aspirante a músico não se leva a sério?).
É isso. O pacote iLife 11, que inclui esses três softwares, virá incluso nos novos Macs – e o upgrade vai custar US$ 50 para quem tem a versão atual. Pelo que traz, é meio caro.
FaceTime: o programinha de videochat para iPhone 4 ganhou uma versão para Mac. Como ele só permite falar com quem tem Mac ou iPhone 4, dificilmente irá pegar (deve se transformar em um programa de nicho, como o iChat – que os próprios usuários de Mac já abandonaram em favor de mensageiros abertos, como o Adium).

Mac OS X Lion: é a nova versão do sistema operacional do Mac – e a novidade mais esperada da apresentação. Segundo Steve Jobs, o Lion (OS X 10.7) é uma tentativa de levar para o Mac as principais qualidades do iOS – sistema operacional do iPhone e do iPad. Agora o Mac terá sua própria App Store (uma ótima ideia, que o Linux já adota desde sempre e a Microsoft deve colocar no Windows 8). Resta saber como a Apple vai controlar o acesso de programas à App Store – hoje em dia, ela é dura e restritiva demais.
O novo OS X também ganhou um recurso chamado Launchpad – que, quando clicado, mostra lado a lado todos os softwares que instalados no computador (como a tela inicial do iPhone e do iPad). Todos os aplicativos do novo sistema podem rodar em tela cheia, ou seja, ocultando as janelas e a barra de menus. Não acho uma boa ideia (mais confunde do que ajuda). Alguns recursos do OS X são acionados por gestos dos dedos – feitos por meio do mouse da Apple, que tem um sensor embutido, ou do trackpad presente nos MacBooks. Faz sentido, é uma evolução do jeito de usar um desktop. Vamos ver se o novo OS X consegue explorar bem isso – coisa que até a Apple hoje não fez.
E só. Sinceramente? O OS X é um excelente sistema operacional, mas parece meio estagnado. O Windows, talvez porque tenha vindo de um patamar mais baixo, parece ter evoluído mais nos últimos anos (o salto do Windows XP para o Windows 7 é maior, pelo menos visualmente, do que as diferenças entre o OS X 10.1 e o 10.7). E o Lion só chega na metade de 2011.

Novo MacBook Air: “O que aconteceria se um iPad e um MacBook se juntassem?”, perguntou Jobs. O resultado disso é o novo MBA, que continua superleve e agora tem duas entradas USB. Terá versões com tela de 11″ e 13″, todas com memória flash (descanse em paz, disco rígido). Não cumpre a revolução que promete – unificar as características do iPad e do MacBook, mesmo porque não é touchscreen. Mas é barato: a versão básica, com tela de 11″ e 64 gb de capacidade, vai custar US$ 999. É o mesmo preço do MacBook mais simples (aquele feito de plástico branco), e 50% a menos do que custa o Air atual. Barato mesmo.
Em suma: o novo iLife não revoluciona, e o OS X também não. Mas o MacBook Air “popular” é show de bola.
Update: no Brasil, o Air mais barato vai sair por R$ 3200. Que triste.
Fonte: Revista Super
27 de ago. de 2010
Sexta Rock And Beer - Aprenda a fazer os coquetéis da série Mad Men
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7 de ago. de 2010
À procura de quarto em NY, jovem se recusa a morar com fã de Apple
Experiência no game 'Starcraft II' melhora chances de candidatos.
Um anúncio no site de classificados Craigslist em busca de um quarto em Nova York chamou a atenção por uma exigência pouco comum. Um jovem de 25 anos de mudança para a cidade está disposto a pagar US$ 1,4 mil por um quarto em Manhattan, desde que não haja nenhum dono de iPhone ou iPad no apartamento. "Eu me recuso a morar com alguém que tenha vendido sua alma a Steve Jobs", escreveu no anúncio. A justificativa, segundo reportagem publicada no "The New York Observer", é a experiência com o atual colega de aparamento do jovem, em Chicago. "Ele é um grande fã de Mac, sempre me enchendo com informações sobre quão sexy seu novo iPhone é. Muitas conversas sobre o iPhone, completamente não solicitadas. Não aguento mais", disse Vince Thomas à publicação.
Além de recusar qualquer fã de Apple no apartamento, Thomas fez mais uma observação no anúncio: "Experiência em 'Starcraf II' é um adicional. Se você joga, por favor mande um link de seu perfil no battle.net [rede da Blizzard]. Quanto mais experiência melhor".
Ao "Observer", o jovem revelou ser dono de um Motorola Droid. "Sou um grande fã de Android [sistema operacional do Google]", afirmou. "O estereótipo que você ouve é verdade: o usuário típico de iPhone ficará apaixonado por seu telefone, e insistirá em mostrar todas as funções que ele tem e que, sinceramente, existem em outros celulares", concluiu.
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Fonte: G1


