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1 de abr. de 2015

Polícia queima 3 toneladas de maconha e cidade inteira fica chapada




  A polícia da Indonésia deixou um bairro inteiro chapado (acidentalmente) depois de queimar uma pilha de 3,3 tonelada de maconha do lado de fora de seu escritório.
Moradores ao redor de West Jakarta foram todos intoxicados após a fumaça criada uma gigantesca nuvem de fumaça que foi dispersa na região.
Muitas pessoas, na sequencia, queixaram se à polícia por dores de cabeça e tonturas, não percebendo que eles estavam de fato "bem loucos".





A própria polícia antecipou e se protegiam-se, colocando máscaras de gás.
Mas eles não se preocuparam em avisar qualquer um dos moradores, o que significava todo mundo ficou tonto uma tarde.
Eles também destruíram 1,8 kg de metanfetamina cristal e 2.538 comprimidos ecstacy mas eles decidiram misturar aqueles.
Eu me pergunto quantos relatórios à polícia foram reclamações de forma apropriada?

30 de jan. de 2012

Maconha vira erva sagrada em igreja de Americana (SP)


  Na cidade de Americana (SP), um sítio é sede de uma igreja que utiliza a filosofia rastafari e que já foi palco de três operações policiais com apreensão de dezenas de pés de maconha. A lei brasileira não permite o uso da cannabis para fins religiosos, mas esta igreja quer usar a jurisprudência do Santo Daime, permitido na legislação vigente.
  O chefe espiritual da igreja disse que investigou tudo sobre a crença pela internet, mas ressalta que nunca teve contato pessoal com um rastafari jamaicano.


22 de jul. de 2011

Com maconha liberada, Amsterdam sofre com roubo de placas

Reprodução/Orange.co.uk
A cidade holandesa de Amsterdam é uma referência em modernidade e urbanismo. Porém, também atrai olhares devido a uma norma pública peculiar: lá é permitido a posse e uso de maconha. Mesmo assim, existem alguns pontos da cdiade onde o consumo da droga é proibido. Esses locais são identificados por uma placa de "blowverbod", em holandês, "proibido".

Essas áreas proibidas foram criadas com o intuito de frear o constante crescimento de fumo de maconha no país, contudo, as normas por lá estão prestes a mudar.

Os usuários da droga começaram a roubar as placas para guardá-las como recordação. O sucesso foi tanto, que o departamento de marketing da cidade resolveu fazer miniaturas das placas e vendê-las como souveniers. Com um preço de 80 libras, o adereço virou um sucesso.

Para tentar diminuir o prejuízo, o governo irá retirar as placas, mas as aréas continuarão sendo proibidas. Aqueles que forem pegos fumando em tais regiões serão multados pela polícia.

"As atuais áreas não permitidas continuarão lá. Somente as placas que vão sair", afirmou a porta-voz da cidade, Iris Reshef.

14 de abr. de 2011

7 mitos sobre a maconha

Mesmo a pessoa mais conservadora conhece as cinco pontas da folha de maconha. A planta, que dá origem a uma das drogas mais consumidas no mundo, virou até símbolo pop, sendo estampada em camisetas, brincos, colares e outros acessórios. Tanta popularidade, no entanto, não impede que a maconha continue sendo uma das drogas mais controversas. São tantos argumentos contra e a favor da liberação da cannabis para o uso medicinal e, até mesmo, para o uso pessoal, que foram criados alguns mitos sobre a verdinha. Mas antes de você se estresse sobre o assunto, desvendamos 7 mitos sobre o cigarro mais famoso do mundo:

A maconha vicia

O vício na maconha é uma questão bastante relativa até mesmo para os cientistas. Segundo o biomédico Renato Filev, pesquisador do Núcleo de Neurobiologia e Transtornos Psiquiátricos da USP, o vício na cannabis, de fato, não existe, mas sim um hábito de fumá-la. O consumo de erva com frequência pode ser considerado vício, porém, não há relatos clínicos de casos de abstinência”. Também não há relatos de tolerância (quando a droga não faz mais efeito) à cannabis, um dos sintomas do vício. O fato do conceito de dependência ter ganhado outras facetas também dificulta dizer se há o vício. “Há diferentes níveis de dependência. O vício na maconha, entretanto, é social e individualmente menos danoso do que os de outras drogas e mais fácil de ser enfrentado, ainda que acarrete grande sofrimento, como qualquer transtorno mental grave”, diz o antropólogo Maurício Fiore. Ou seja, você pode não se tornar quimicamente dependente da maconha, mas mentalmente.

A maconha causa danos cerebrais

O uso excessivo de maconha pode caudar danos cerebrais sutis a longo prazo, mas não deixar a pessoa completamente demente. Este mito aparece na história desde o século 19, quando os ingleses acreditavam que o bhang, bebida à base de maconha bastante comum na região da Índia, causada demência. Hoje, depois de anos de pesquisas, sabemos que a cannabis não faz mal, desde que usada moderadamente. Experiências que compararam pessoas que não fumavam maconha com usuários assíduos, que consumiam cinco baseados por dia há mais de 15 anos, mostraram diferenças sutis nos resultados de memória e atenção. A mesma pesquisa mostrou que o uso excessivo e diário de álcool causa mais sequelas do que a cannabis.

Maconha x Cigarro: males

Não há provas da relação direta entre fumar maconha e câncer de pulmão, traqueia ou outros associados ao uso do cigarro. Nem por isso, o baseado está livre de seus males. “O fato de ser inalada normalmente sob a forma de fumaça resultante da queima da erva enrolada num papel acarreta consequências tão ou mais negativas que as do tabaco”, diz o antropólogo Fiore. Outra preocupação é que os resultados do uso prolongado da droga ainda são incertos.“A ilegalidade da maconha é um enorme obstáculo para a pesquisa sobre consequências do seu consumo e para a disseminação de informações aos seus consumidores”, completa Fiore. Mas já sabe-se que o usuário eventual não precisa se preocupar com um aumento grande do risco de câncer. Porém, aquele que fuma mais de um baseado por dia há mais de 15 anos deve pensar em parar.

A maconha é só o começo

Grande parte de viciados em drogas pesadas foi, no passado, usuário de maconha, mas nem todos ficam viciados em drogas pesadas. Esta é a melhor maneira de explicar o fenômeno que deu à cannabis a fama de que é uma porta de entrada para o consumo de drogas como o crack e a heroína. “Uma parcela muito pequena de usuários de maconha migram para outras drogas”, diz o biomédico Filev. A maior e única ligação entre a maconha e o crack, por exemplo, é que ambos são ilegais e são vendidos no mesmo lugar. Segundo o antropólogo Mauricio Fiore, o que faz um usuário de maconha ter acesso a drogas mais pesadas é o simples e puramente fácil acesso a elas, por estarem na “mesma prateleira do supermercado”.

A maconha é mais forte hoje do que era no passado

As novas técnicas de cultivo da cannabis e a popularização do skunk, maconha hidropônica, são os culpados pelo surgimento deste mito. A sociedade civil acusa que o uso de tipos híbridos no cultivo da maconha faz com que a planta tenha maior quantidade de resina e de princípios ativos, o que a deixaria mais “forte”. De fato, a “potência” da maconha depende da “safra” da cannabis e dos cuidados do cultivador, mas essa turbinada independe se a planta é hidropônica ou não. “Planta geneticamente alterada não significa maior potência e nem muito menos que os usuários esteja

m consumindo maconha de forma mais arriscada ou perigosa”, diz o antropólogo Fiore.


Maconha não tem valor medicinal

A maconha pode (ainda) não curar, mas ajuda a aliviar os incômodos do tratamento de transtornos mentais e de portadores do HIV, estimulando o apetite dos pacientes. O primeiro relato médico do uso medicinal da cannabis foi há 5 mil anos, em um herbário chinês, onde a planta era indicada para combater males como a asma, doenças do aparelho reprodutor feminino, insônia e constipação intestinal. No ocidente, quem inaugurou o uso “sério” da droga foi o professor Raphael Mechoulam, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Atualmente, os medicamentos com base na maconha estão sendo usados em pacientes de Aids, câncer e esclerose múltipla. “Estão sendo feitos os componentes da Cannabis em comprimidos e spray”, conta o biomédico Filev. “A droga, então, poderá ser usada nos tratamentos de transtornos como ansiedade, depressão, psicose, esquizofrenia e doenças neurodegenerativas”.

Na Holanda vale tudo!

Se você acha que, assim que descer em Amsterdã, encontrará pessoas por todos os cantos fumando os seus cigarros de maconha, você está completamente enganado. Ao contrário do que achamos, a Holanda não liberou a Cannabis, mas adotou uma política de tolerância às drogas. Você não encontrará, por exemplo, gente fumando maconha nas escolas e nos transportes públicos, lugares onde o consumo é proibido. Os usuários só podem acender os seus baseados em parques, bares e ao ar livre. Você também não poderá comprar a Cannabis em qualquer lugar, já que apenas casas especiais, os Coffee Shops, podem vendê-la. Além disso, uma pessoa pode comprar, no máximo, 5 gramas de maconha (sendo que os Coffee Shop podem ter no máximo 500 gramas da droga), para evitar o consumo excessivo e o tráfico de drogas. A legislação proíbe, ainda, a publicidade da cannabis e a venda da erva a menores de 18 anos.

Fonte: Aki


17 de out. de 2010

Abasteça seu carro com maconha

Nem todo mundo sabe, mas as fibras do cânhamo (a conhecida maconha) podem ser utilizadas para fabricar roupas, levantar paredes e compor a estrutura de um carro, devido à sua resistência (ela é duas vezes mais forte que outras fibras orgânicas). As sementes, no entanto, costumam ser descartadas. Mas isso está para mudar.

Aproveitando o potencial oleaginoso das sementes da maconha, o programa Polymer, da Universidade de Connecticut nos EUA, desenvolveu um biodiesel com altíssima taxa de aproveitamento: 97% do óleo das sementes foi convertido em combustível.

Outra vantagem da Cannabis sativa é a capacidade da erva de crescer em solo pobre e de baixa qualidade sem necessidade de pesticidas. Por isso, não é necessário cultivá-la em lavouras destinadas ao plantio de alimentos. “A produção de combustíveis sustentáveis muitas vezes compete com o cultivo de alimento”, afirma Richard Parnas, coordenador do Polymer, em artigo publicado no site da Universidade. “Nesse contexto, produzir biodiesel a partir de plantas que não são alimentos e que não precisam de terra de alta qualidade é um grande passo”.

O Polymer planeja construir uma unidade piloto d

e produção de biodiesel da cannabis, que contaria com um reator capaz de produzir até 200 mil litros de biocombustível por ano. Os cientistas pretendem testar novas formas de produzir biodiesel e realizar análises econômicas para a comercialização de seus métodos.

O biodiesel é um combustível biodegradável e renovável produzido a partir de matérias-primas vegetais, como soja, dendê, mamona e, agora, maconha. Ele possui um teor de poluição equivalente ao do álcool (feito de cana-de-açúcar, ele também é um biocombustível) e emite menos gases poluentes que a gasolina.

Fonte: Exame On Line


26 de mai. de 2010

Marcha da Maconha 2010

Rolou nesse último domingo a Marcha da maconha em 300 cidades do mundo e tambem em nossa São Paulo, mais precisamente na marquise do Ibirapuera. Só no Brasil foram 8 capitais mobilizadas e em dias diferentes, Amanhã rola a última na capital federal em frente a catedral a partir das 15hrs

Realmente é um assunto muito polêmico e complexo pq a maconha é proibida porem seus efeitos são bem menos prejudiciais do que o do alcool e do cigarro por exemplo.


Não fumo que isso fique bem claro aqui porem num ligo se alguem fuma por que vejo que num se alteram ao contrario ficam bem sussa!!! rsrsrsrsssss

Verdade que vemos que ela deixa as pessoas com uns neurônios a menos mas tenho amigos que fumam todo dia e são bem sucedidos pessoal e profissionalmente!

Post seu comentário, todos são moderados então fale o que quizer porem sem propagandas!!!